Caros jovens, em tudo nós fazemos política, até mesmo quando falamos que não discutimos política, fazemos política. Como assim? Isto mesmo quando alguém se nega a discutir tal assunto ou tal tema, é a sua política que está realizando, é o seu ponto de vista que está colocando em prática, a favor de não falar sobre tal assunto.
Alguns motivos que nos ajudam a pensar diferente sobre política:
Se eu não discutir ou não quiser saber de política, com certeza, ajudaremos um político corrupto. “Todo político é corrupto” “não tem nenhum candidato bom” (expressões corriqueiras que usamos). Eles existem sim! Nós conhecemos muitas pessoas que eram ótimas lideranças nas nossas comunidades, pessoas sérias, mas que hoje são corruptas, por quê? Falta de fiscalização! Quem não vota esta sendo corrupto também. Muitos estão pouco se lixando conosco, e nós deixamos de exercer nosso maior direito de decidir o futuro do nosso País o voto.
Estamos às portas de uma nova eleição. Logo os candidatos irão começar a mostrar a cara na mídia, nos eventos e tudo mais, por isso é preciso estar atento. É fácil ser político por seis meses. Perceber as atitudes dos candidatos agora em relação ao que já fizeram.
Então é só votar e tudo se resolve?
Não é apenas votar, mas fiscalizar, acompanhar os candidatos. Saber das suas ações, seus projetos que estão querendo colocar em prática, se está cumprindo com o que prometeu no período de campanha. O problema da política não é dos políticos, mas sim nossa, de cada cidadão que acredita em mudança.
Caros jovens, não somos o futuro da nação e sim o presente, mas para que sejamos presente, temos que participar, temos que fazer parte da historia de nosso país desde já, através do nosso maior poder de participação, o voto. Se não votamos deixamos de acreditar em uma nova sociedade.
Pe. Ivanildo gasparrini
Assessor eclesiástico da Pastoral da Juventude
Diocese de Foz do Iguaçu
Material também produzido para o newsletter. Texto editado por Rodrigo Jung orientado pela professora Franciele Orsatto do curso de Jornalismo da FAG.
As eleições estão chegando, no dia 03 de outubro conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) será escolhido os representantes políticos para os próximos quatro anos. Mas como está a preparação dos jovens que irão votar pela primeira vez?
O que parece é que eles não estão muito ligados ao contexto político. Sem dar muita atenção não percebem a importância que o seu voto possui, não sabem que o voto é um direito de todos que vivem em regime democrático no qual consiste em escolher individualmente os candidatos para representar toda a sociedade. E quando a questão política é levantada, a maioria apresenta uma visão unânime e superficial, usando o termo corrupção para definir a política.
Daniele Stüpp, 16 anos, cursa o terceiro ano do ensino médio, possui o título de eleitor faz um mês. Ela explica que não possui uma noção correta do que é política, mas sabe que a mesma é necessária no nosso dia a dia “...nós sempre esperamos dela algo de bom que possa melhorar a vida das pessoas, o que nem sempre acontece. Acredito que uma política mais correta começa através do nosso voto...”. Daniele sabe que é necessário pensar muito para escolher o seu candidato e espera com o seu voto seguir a linha contrária da corrupção, começando no histórico do candidato a ser escolhido, “...precisamos tomar cuidado na hora de escolher o nosso candidato, procurar saber mais sobre ele e evitar os que possuem históricos de corrupção.”
César Krummenaur, 17 anos, cursa também o terceiro ano do ensino médio e irá votar pela segunda vez, tem uma visão corrupta sobre a política, e diz: “hoje em dia a política ganhou um selo corrupto, um exemplo é a distribuição dos recursos repassados pelo governo federal que acaba pelo meio do caminho, não conseguem chegar ao seu destino, às pessoas que realmente precisam.”
Com a experiência de ter votado, César se mostra mais maduro quanto questão na hora de escolher seu candidato, segundo ele deve-se tomar cuidado com os “agrados” oferecidos pelos candidatos na época da campanha, e observar o caráter associado com os seus objetivos e compromisso com a sociedade.
A eleição 2010 acontecerá no dia 03 de outubro, onde serão escolhidos os novos representantes políticos para os próximos 4 anos.
(Alessandro kunhaski)
Matéria produzida para uma das edições do newsletter orientado pela professora Franciele Orsatto do curso de Jornalismo da Fag. A entrevista foi feita por Alessandro Kunhaski e a base da Matéria também. A edição e correção foi feita por Rodrigo Jung com supervisão da Professora Franciele. Espero que gostem!!!!
O que parece é que eles não estão muito ligados ao contexto político. Sem dar muita atenção não percebem a importância que o seu voto possui, não sabem que o voto é um direito de todos que vivem em regime democrático no qual consiste em escolher individualmente os candidatos para representar toda a sociedade. E quando a questão política é levantada, a maioria apresenta uma visão unânime e superficial, usando o termo corrupção para definir a política.
Daniele Stüpp, 16 anos, cursa o terceiro ano do ensino médio, possui o título de eleitor faz um mês. Ela explica que não possui uma noção correta do que é política, mas sabe que a mesma é necessária no nosso dia a dia “...nós sempre esperamos dela algo de bom que possa melhorar a vida das pessoas, o que nem sempre acontece. Acredito que uma política mais correta começa através do nosso voto...”. Daniele sabe que é necessário pensar muito para escolher o seu candidato e espera com o seu voto seguir a linha contrária da corrupção, começando no histórico do candidato a ser escolhido, “...precisamos tomar cuidado na hora de escolher o nosso candidato, procurar saber mais sobre ele e evitar os que possuem históricos de corrupção.”
César Krummenaur, 17 anos, cursa também o terceiro ano do ensino médio e irá votar pela segunda vez, tem uma visão corrupta sobre a política, e diz: “hoje em dia a política ganhou um selo corrupto, um exemplo é a distribuição dos recursos repassados pelo governo federal que acaba pelo meio do caminho, não conseguem chegar ao seu destino, às pessoas que realmente precisam.”
Com a experiência de ter votado, César se mostra mais maduro quanto questão na hora de escolher seu candidato, segundo ele deve-se tomar cuidado com os “agrados” oferecidos pelos candidatos na época da campanha, e observar o caráter associado com os seus objetivos e compromisso com a sociedade.
A eleição 2010 acontecerá no dia 03 de outubro, onde serão escolhidos os novos representantes políticos para os próximos 4 anos.
(Alessandro kunhaski)
Matéria produzida para uma das edições do newsletter orientado pela professora Franciele Orsatto do curso de Jornalismo da Fag. A entrevista foi feita por Alessandro Kunhaski e a base da Matéria também. A edição e correção foi feita por Rodrigo Jung com supervisão da Professora Franciele. Espero que gostem!!!!

Existe uma campanha em nível nacional contra o extermínio da juventude. Vemos uma juventude cada vez mais violenta e vitima da própria violência. O que demonstra isso, e o que motivou a campanha, foi o assassinato do Padre Gisley que defendia essa causa e acabou sendo vitima dessa violência. Seus familiares acreditam ter sido emboscada, apesar de não se ter constatado.
Antonio Frutuoso coordenador da Casa da Juventude (CAJU) de Curitiba fala que “a questão da violência juvenil tem sido foco de reflexão das Pastorais da Juventude do Brasil já algum tempo...”. Como quem trabalha com a juventude, Antonio apresentou alguns números alarmantes “... no Brasil calculam-se em torno de 18.000 jovens mortos por ano de forma violenta, a partir de homicídios, desse total 75% dizem respeito ao uso de arma de fogo. E dos 3 estados do sul, o Paraná é o que tem maiores índices de mortalidade juvenil!”.
Em relação à campanha contra o extermínio da juventude no Paraná, alguns trabalhos estão sendo desenvolvidos. Frutuoso coloca a preocupação em relação ao que se percebe da realidade juvenil, “... é impossível você ficar apático, indiferente, você precisa se colocar na rua, fazer o movimento pra que a sociedade se de conta do extermínio.”
Para esse ano ainda a Pastoral da Juventude da Diocese de Foz do Iguaçu estará promovendo uma Oficina de Políticas Públicas para a Juventude, dando referência a campanha contra o extermínio, bem como o DNJ que continuará com essa temática. Para o ano de 2011, no mês de maio, a Diocese de Foz juntamente com a coordenação do Regional Sul II estará desenvolvendo um Seminário sobre a violência.
Foz do Iguaçu foi escolhido justamente por se tratar da cidade que mais morrem jovens por violência do Brasil, sendo que outros municípios pertencentes a Diocese também possuem números alarmantes, considerando uma das Dioceses mais violentas do País, tendo uma realidade de fronteira.
Rodrigo Jung
Vice-coordenador Diocesano da PJ



